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Um galo de briga, herança de um filho morto, é um símbolo da luta do dia a dia, das ausências, verdades e incertezas de uma família. O animal também é a esperança que se mantém viva com muito sacrifício. Inspirada na obra “Ninguém Escreve ao Coronel”, de Gabriel García Marquez, e no universo do escritor colombiano, a montagem mostra como duas pessoas se unem para sobreviver a situações extremas, se debatendo constantemente entre a razão e a paixão, entre a necessidade de subsistir e a memória do ser amado.

O Oco Teatro Laboratório nasceu em 2006 e, desde então, transita por espaços limítrofes das artes, onde se confundem várias manifestações artísticas. Com suas montagens, o grupo fundado pelo diretor Luis Alonso, cubano naturalizado brasileiro, já percorreu festivais nos Estados Unidos, Europa e América Latina. Alonso foi membro do Teatro Buendía, de Cuba, uma das mais importantes companhias da América Latina. Hoje é também diretor do festival Latino-Americano de Teatro da Bahia – FilteBahia.

Ficha Técnica

Concepção e Direção: Luis Alonso.
Texto. Claudio Lorenzo.
Atores: Claudia Di Moura e Lucio Tranchesi.
Assistente de Direção: Mirella Matos.
Preparação vocal: Claudia Cunha.
Cenário: Luis Alonso
Figurino: Zuarte Jr.
Iluminação: Rita Lago.
Trilha Sonora: Luis Alonso.
Programação visual e multimídia: Filipe Bezerra.
Sonorização e Video: Jeferson Souza.

 

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Não recomendado para menores de 16 anos