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Em um ambiente onírico, três histórias abordam temas ásperos como o racismo, a homofobia, o menosprezo por pessoas consideradas invisíveis. Mas há também espaço para o amor, seja como alento ou reivindicação. Esse é o fio condutor do espetáculo “Gritos”, que sem uma única palavra apresenta um forte posicionamento sobre assuntos urgentes em nossa sociedade.

Com dramaturgia, direção e atuação de André Curti e Artur Ribeiro, fundadores da companhia franco-brasileira que há anos trabalha com teatro gestual, a montagem nasce da reunião de três poemas ou Gritos metafóricos: “Louise”, “O homem” e ”Amor em tempos de guerra”. O espetáculo foi premiado (melhor cenário) no 29º Prêmio Shell de Teatro e no 4º Prêmio Cesgranrio de Teatro.

FICHA TÉCNICA
Concepção, dramaturgia, cenografia e direção: Artur Luanda Ribeiro e André Curti
Interpretação: Artur Luanda Ribeiro e André Curti
Pesquisa e realização objetos/bonecos: Natacha Belova e Bruno Dante
Assistente de realização objetos/bonecos: Cleyton Diirr
Criação Musical Grito 1: Fernando Mota
Colaboração: Beto Lemos e Marcelo H
Gritos 2 e 3 Direção Musical: Beto Lemos
Criação Musical: Marcelo H
Cenotécnico: Jessé Natan
Iluminação: Artur Luanda Ribeiro e Hugo Mercier
Figurinos: Thanara Schonardie
Contramestra: Maria Madelana Oliveira
Comunicação visual: Bruno Dante
Técnico de Luz : PH
Técnico de Som: Gabriel Reis
Contrarregra: Jessé Natan e Leandro Brander
Direção de Produção: Sergio Saboya
Produção executiva: Ana Casalli
Realização próteses: Dra. Rita Guimarães de Freitas
Fotos: Renato Mangolin
Assessoria de Imprensa: Paula Catunda e Bianca Senna

 

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